Este blog foi criado com o propósito de servir de apoio aos professores auxiliando-os a compreender e a usar as TIC na sala de aula. Neste espaço você encontra vários tipos de TIC e seus usos, além de poder postar mensagens, comentários e outras publicações. E atividades de MATEMÁTICA e INFORMÁTICA.
quinta-feira, 13 de julho de 2023
ACRÓSTICO
O acrósticoé uma composição poética em que uma letra de cada verso forma, na vertical, outra palavra, podendo ser, entre outras coisas, outro nome, máxima ou conceito. Para alguns autores, o acróstico também pode ser considerado um gênero textual poético, envolvendo a associação de letras a palavras ou frases.
O acróstico é um recurso poético muito utilizado, mas pouco reconhecido pelo seu nome.
Carinhoso Legal Elegante Verdadeiro Estudioso Raiz Tagarela Orgulhoso Normal
Os objetos de Aprendizagem são recursos digitais que servem de ferramenta pedagógica para o professor. Eles são desenvolvidos por grupo de alunos, professores, pesquisadores e o seu uso em sala de aula permite instigar a curiosidade dos estudantes e lançar desafios que estimulem o raciocínio. Encontramos objetos de aprendizagem para várias disciplinas, mas o que precisamos realmente reavaliar são as práticas tradicionais que tem se mantido, mesmo com a utilização de novas tecnologias. É necessário contextualizar o trabalho pedagógico desenvolvido e embasá-lo em um planejamento coerente e com objetivos claros.
Segundo Singh citado por Bettio e Martins (2001), um objeto de aprendizagem para ser bem estruturado é dividido em três partes bem definidas:
- Objetivos: esta parte do objeto tem como intenção demonstrar ao aprendiz o que pode ser aprendido a partir do estudo desse objeto, além do prérequisito para um bom aproveitamento do conteúdo.
- Conteúdo instrucional: parte que apresenta todo o material didático necessário para que no termino o aluno possa atingir os objetivos definidos.
- Prática e feedback: uma das características importantes do paradigma objetos de aprendizagem é que a cada final de utilização julga-se necessário que o aprendiz verifique se o seu desempenho atingiu as expectativas.
Acessibilidade de verdade é a soma de acessibilidade + web standards + usabilidade. Desenvolvemos uma metodologia que vai além da acessibilidade, pois leva em conta o contexto social. O resultado é uma visibilidade muito maior para o seu produto ou serviço. Experimente!
Como as pessoas com deficiência acessam o seu site?
De que maneira o seu site é exibido em celulares, palmtops e handhelds?
A linguagem utilizada é clara, sem ambigüidade?
A informação está organizada para ser facilmente encontrada?
Muitas iniciativas de acessibilidade não se aprofundam nessas e em outras questões que, para nós, são essenciais. A resposta para essas perguntas é o que diferencia uma solução sem garantia de resultados de uma testada e aprovada em situações reais.Visite este site e descubra como podemos promover a acessibilidade digital.
PECS - Sistema de Comunicação por Figuras (Picture Exchange Communication System) - De forma a facilitar o uso e organização, aqui encontram todo o material disponivel de PECS! Os PECS são muito importantes na vida de um autista. Quer para autistas verbais como não verbais, são uma forma de comunicação excelente! De comunicação e organização! Inclusivé uso para o meu menino mais velho, que adora!
As PECS são indicadas para pessoas que tem uma limitação na comunicação e se comunica utilizando símbolos. Agora o desafio será realizar uma atividade de escrita utilizando símbolos.
Estes são usado na elaboração de Carta Enigmática utilizando símbolos de comunicação alternativa.
Para esta atividade utiliza-se símbolos PECS. Neste site http://pecsemportugues.blogspot.com/ você encontrará pranchas já prontas para serem utilizadas como pranchas de comunicação alternativa. Uma prancha é utilizada para comunicação de diferentes formas os sujeitos podem se comunicar: olhando, apontando, fazendo gestos, emitindo sons ou respondendo questões de forma afirmativa ou negativa.
Na elaboração da carta ennigmática precisa-se de alguns desses símbolos, então navegue nesse site, e salve as pranchas que achar mais adequadas para sua carta. Lembre-se para salvá-las no seu computador, para isso basta clicar sobre a imagem com o botão direito do mouse, e escolher a opção para a salvar imagem. Crie uma pasta para todas as imagens que desejar. O segundo passo será, utilizando um editor de imagens da sua preferência, como por exemplo o Paint, recortar da prancha selecionada as imagens desejadas, salvando-as com outro nome. Por exemplo, selecionamos a prancha sobre comidas e salvamos duas imagens separadas para usar na atividade.
Quando tiver selecionado todas as imagens que desejar, inicie a construção da Carta Enigmática.
Abra um editor de texto da sua preferência e crie sua carta inserindo símbolos em lugar de palavras. Se precisar pode utilizar também palavras.
Veja dois modelos que fiz:
Quer saber mais sobre este assunto e continuar a refletir sobre a comunicação alternativa/aumentativa, faça a leitura do capítulo 5, do Livro Atendimento Educacional Especializado. E não deixe de visitar este site: http://www.acessibilidade.net/
As Tecnologias da Informação e da Comunicação são indiscutivelmente hoje um tema urgente e palpitante para todos os cidadãos brasileiros. Mais ainda se torna uma questão de possibilidades e novos caminhos para a Educação, e, dentro desta, uma crescente e necessária utilização de suas ferramentas no processo educacional de pessoas com deficiências.
No dia 19 de Janeiro de 2006 a ONU (Organização das Nações Unidas) estabeleceu que no dia 17 de Maio seria comemorado o dia mundial da internet. Realmente a internet merece um dia só seu, pois ela está em nossa vida durante todo o ano, e tem alterado a maneira de nos relacionarmos com as pessoas a nossa volta, e até mesmo com as mais distantes possível.
É claro que em países como o Brasil ela ainda não é utilizada pela grande maioria da população (pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil, em Maio de 2007, mostra que mais de 60% da população nunca utilizou a internet, claro que esse número já caiu, mas é a última pesquisa oficial do órgão), mas a tendência natural é que com a popularização da informática e o baixo preço dos computadores, essa situação venha a ser superada em poucos anos. As escolas e empresas também colaboram para que esse número de pessoas “desconectadas” diminua gradativamente.
A humanidade tomou outro rumo após o surgimento dos computadores, um salto em desenvolvimento tecnológico e perspectivas de avanço em todas as ciências conhecidas, mas com o surgimento da internet como a conhecemos hoje, a humanidade está tendo que rever seus conceitos, suas certezas e conhecimentos. Primeiro chamamos essa nova era de “Era da Informação”, e agora, principalmente após ler o livro Wikinomics, creio que, graças a internet, estamos realmente entrando na “Era da Colaboração”, pois é isso que a internet nos propicia de mais valioso, a ferramenta ideal para propagarmos nosso conhecimento, colaborarmos uns com os outros e nos fazermos úteis a humanidade.
A WebQuest é uma atividade didática para os ensinos Fundamental, Médio e Superior para incluir nas aulas a Internet, em especial a busca de informação na Rede. Pode desenvolver o pensamento reflexivo e crítico dos alunos, como também estimular a sua criatividade.
O principal objetivo da WebQuest é desenvolver a pesquisa dos alunos em sites da Internet com critérios e perguntas especificadas pelos professores. A busca pode ser realizada em grupos ou individualmente, conforme o tempo disponível, o tema curricular abordado e a idade dos alunos. Contudo, é importante ressaltar que apresenta melhores resultados se realizada em grupos.
Pelas WebQuests, propõem-se aos alunos a resolução de um determinado problema e, ao finalizar a tarefa, eles expõem de algum modo suas conclusões. Os estudantes simulam um papel, por exemplo, ser jornalista para investigar a crise energética que afeta uma região.
Como surgiu A metodologia de trabalho denominada WebQuest foi proposta pelo professor Bernie Dodge, da San Diego State University (EUA), em 1995.
Desse modo, as WebQuests utilizam problemas ou situações do mundo real e tarefas autênticas para despertar o interesse dos alunos. Sua base teórica é construtivista, o que permite aos alunos transformar a informação e compreendê-la. Suas estratégias de aprendizagem colaborativa ajudam os estudantes a desenvolver habilidades e a contribuir com o produto final do grupo, que pode ser uma produção escrita, oral ou eletrônica, uma obra teatral, um jornal escolar e um material de divulgação, entre outros. Podemos distinguir seis elementos em uma Webquest: Introdução: apresenta as informações básicas aos alunos, orientando-os sobre o que vão encontrar na atividade proposta. Além disso, tem como objetivo despertar o interesse deles para realizar o trabalho, isto é, motivá-los para começar.
Tarefa: descreve o que os alunos deverão elaborar ao finalizar o trabalho. Os projetos podem ser uma página Web, uma apresentação em PowerPoint ou uma exposição oral do tema trabalhado (de acordo com o que o professor planejou).
Processo: especifica os passos que os alunos devem fazer para concretização da tarefa, incluindo orientações sobre como subdividir as tarefas, detalhes dos papéis que podem assumir cada um dos alunos e estratégias de trabalho.
Recursos: disponibiliza aos alunos uma lista de sites Web a serem consultados para a realização do trabalho. Previamente, o professor tem que verificar se esses sites são confiáveis e estão atualizados de acordo com o tema em questão. Essa seleção de sites facilita a navegação pela rede e evita desvios do tema central. Podem ser incluídos outros recursos que não sejam da Internet.
Avaliação: nessa parte, são explicados os critérios que serão utilizados na avaliação do trabalho.
Conclusão: corresponde à finalização da atividade. Apresenta um resumo que leva à reflexão da atividade para reconhecer o que foi aprendido.
Orientações para construção de uma WebQuest
A proposta de trabalho de uma WebQuest implica certas considerações por parte dos professores para a sua construção:
Tempo - Qual é o tempo que podemos dedicar para atividade?
- Quanto tempo estimamos para cada etapa da atividade?
Recursos - Dispomos de computadores necessários na escola?
- Possuímos conexão com Internet?
- Os alunos possuem computadores em suas casas?
Participantes
- Qual a idade dos alunos? Quantos são? Organização
- É mais proveitoso que o trabalho seja realizado individualmente ou em grupo?
- Qual será o número de integrantes de cada grupo?
Temática
- Que tema do currículo queremos ensinar?
- Trabalhamos só com conteúdos de nossa disciplina ou realizaremos um trabalho interdisciplinar?
Atividade
- Construíremos essa atividade para: dar início a um novo tema, avaliar o progresso dos estudantes na aprendizagem de um tema já apresentado ou articular uma seqüência de conteúdos que trabalhamos?
Informação- Na seleção do material para os alunos trabalharem, levamos em conta os critérios de validação de informação da Web?
ExposiçãoDe que maneira queremos que, na finalização da atividade, os estudantes apresentem seus aprendizados?
Existem várias WebQuest já construídas na Web, e você também pode construir a sua. Confira algumas sugestões de sites sobre WebQuest:
Muitos alunos não têm atingido os níveis mentais superiores de dedução e rigor, e muitos apresentam pouca compreensão dos objetos geométricos, confundindo propriedades do desenho com propriedades do objeto: definições, axiomas, propriedades e teoremas que são conceitos confusos, sem hierarquização e dificilmente estes alunos conseguem estruturar uma demonstração. Então se faz necessário que o porfessor reveja sua prática. E fazer uso da tecnologia é uma excelente estratégia.
E como sabemos que são enormes as difiuldades que alunos e professores tem para usar a tecnologia na Matemática (mais por falta de conhecimento), faremos uma apresentação de alguns recursos usados na representação da GEOMETRIA.
O recurso mais usado é o GEOGEBRA. É um programa capaz de realizar cálculos de algebra, fazer desenhos...
Elementos irracionais traçam planos para que eu saia pela tangente. Fiquei quociente quando analisei a questão. Considerei a hipótese que eu seja quadrado, mais não passei do limite. Pertenço ao um ciclo e não tenho razão para ser produto do meio. É natural fazer parte do x-tema e não sou radical em ver a coisa por outro ângulo. Às vezes ando em linha reta para cortar as curvas e nem por isto sou um produto notável. È falsa a afirmação que eu seja determinante sendo eu como seno vivo circulando de quadrante em quadrante e qualquer elemento não vazio pode ver meu sinal. Ontem, ao sair de ¼ fui taxado de descriminante sendo obrigado fazer uma mudança de base. Naquele intervalo acreditei ter o domínio e na mesma seqüência, observei um cateto, cuja imagem não parecia real. O tal cateto formava um ângulo e na medida em que eu dizia decimais, ele em seu ponto afirmava que era oposta a uma criatura cujo nome era Hipotenusa. Permutei algumas coisas fiz certos arranjos e senti quer mudei de expressão. Querida: juro 100% que se não tivesse potencia tinha mesmo saindo pela tangente ou quem sabe reduzido a uma simples fração ordinária. Con6são: em minha contagem tais elementos devem possuir um fator comum e necessito colocá-lo em evidência. Devo alinhar os pontos seguindo determinada proporção para não ser chamado de elemento neutro. Ah! Ia esquecendo: esses elementos dos quais te falei são Reais e por esta razão prefiro levá-lo em conta. Aceite os comprimentos integral e diferencial deste que muito te ama.
Você pode responder que NÃO, mas pode fazer parte deste "mundo" , você pode ser usuário de uma ou mais rede social e não saber. Hoje milhares de pessoa são usuários da internet e a usam para "construir amizades" por meio delas.
Mas o que é mesmo rede social? Redes sociais na Internet são as páginas da web que facilitam a interação entre os membros em diversos locais. Elas existem para proporcionar meios diferentes e interessantes de interação.
No Brasil a mais usada é o Orkut, mas existem várias outras como: face book, twiter, second life...
Onde é narrada a singular aventura dos
35 camelos que deviam ser repartidos por
três árabes. Beremiz Samir efetua uma divisão
que parecia impossível, contentando
plenamente os três querelantes. O lucro
inesperado que obtivemos com a transação.
Poucas horas havia que viajávamos sem interrupção, quando nos ocorreu uma aventura digna de registro, na qual meu companheiro Beremiz, com grande talento, pôs em prática as suas habilidades de exímio algebrista.
Encontramos perto de um antigo caravançará1 meio abandonado, três homens que discutiam acaloradamente ao pé de um lote de camelos.
Por entre pragas e impropérios gritavam possessos, furiosos:
- Não pode ser!
- Isto é um roubo!
- Não aceito!
O inteligente Beremiz procurou informar-se do que se tratava.
- Somos irmãos – esclareceu o mais velho – e recebemos como herança esses 35 camelos. Segundo a vontade expressa de meu pai, devo receber a metade, o meu irmão Hamed Namir uma terça parte, e, ao Harim, o mais moço, deve tocar apenas a nona parte. Não sabemos, porém, como dividir dessa forma 35 camelos, e, a cada partilha proposta segue-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17 e meio. Como fazer a partilha se a terça e a nona parte de 35
também não são exatas?
- É muito simples – atalhou o Homem que Calculava. – Encarrego-me de fazer com justiça essa divisão, se permitirem que eu junte aos 35 camelos da herança este belo animal que em boa hora aqui nos trouxe!
Neste ponto, procurei intervir na questão:
- Não posso consentir em semelhante loucura! Como poderíamos concluir a viajem se ficássemos sem o camelo?
- Não te preocupes com o resultado, ó Bagdali! – replicou-me em voz
baixa Beremiz – Sei muito bem o que estou fazendo. Cede-me o teu camelo e verás no fim a que conclusão quero chegar.
Tal foi o tom de segurança com que ele falou, que não tive dúvida em entregar-lhe o meu belo jamal,2 que imediatamente foi reunido aos 35 ali presentes, para serem repartidos pelos três herdeiros.
- Vou, meus amigos – disse ele, dirigindo-se aos três irmãos -, fazer a
divisão justa e exata dos camelos que são agora, como vêem em número de 36.
E, voltando-se para o mais velho dos irmãos, assim falou:
- Deverias receber meu amigo, a metade de 35, isto é, 17 e meio.
Receberás a metade de 36, portanto, 18. Nada tens a reclamar, pois é claro que saíste lucrando com esta divisão.
E, dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou:
- E tu, Hamed Namir, deverias receber um terço de 35, isto é 11 e pouco.
Vais receber um terço de 36, isto é 12. Não poderás protestar, pois tu também saíste com visível lucro na transação.
E disse por fim ao mais moço:
E tu jovem Harim Namir, segundo a vontade de teu pai, deverias receber uma nona parte de 35, isto é 3 e tanto. Vais receber uma nona parte de 36, isto é,o teu lucro foi igualmente notável. Só tens a agradecer-me pelo resultado!
E concluiu com a maior segurança e serenidade:
- Pela vantajosa divisão feita entre os irmãos Namir – partilha em que todos três saíram lucrando – couberam 18 camelos ao primeiro, 12 ao segundo e 4 ao terceiro, o que dá um resultado (18+12+4) de 34 camelos. Dos 36 camelos, sobram, portanto, dois.
Um pertence como sabem ao bagdáli, meu amigo e companheiro, outro toca por direito a mim, por ter resolvido a contento de todos o complicado problema da herança!
- Sois inteligente, ó Estrangeiro! – exclamou o mais velho dos três irmãos.
– Aceitamos a vossa partilha na certeza de que foi feita com justiça e equidade!
E o astucioso Beremiz – o Homem que Calculava – tomou logo posse de um dos mais belos “jamales” do grupo e disse-me, entregando-me pela rédea o animal que me pertencia:
- Poderás agora, meu amigo, continuar a viajem no teu camelo manso e seguro! Tenho outro, especialmente para mim!
E continuamos nossa jornada para Bagdá.
1 Refúgio construído pelo governo ou por pessoas piedosas à beira do caminho, para servir de abrigo aos peregrinos. Espécie de rancho de grandes dimensões em que se acolhiam as caravanas. 2 Uma das muitas denominações que os árabes dão ao camelo.
• Interfaces ricas e fáceis de usar; • Sucesso da ferramenta depende dos número de utilizadores, pois os mesmos podem ajudar a tornar o sistema melhor; • Gratuidade na maioria dos sistemas disponibilizados; • Maior facilidade de armazenamento de dados e criação de páginas online; • Vários utilizadores podem aceder a mesma página e editar as informações; • As informações mudam quase que instantaneamente; • Os sites/softwares estão associados a outros aplicativos tornando-os mais ricos e produtivos e trabalhando na forma de plataforma (união de vários aplicativos); • Os softwares funcionam basicamente online ou podem utilizar sistemas off-line com opção para exportar informações de forma rápida e fácil para a web; • Os sistemas param de ter versões e passam a ser actualizados e corrigidos a todo instante, trazendo grandes benefícios para os utilizadores; • Os softwares da web 2.0 geralmente criam comunidades de pessoas interessadas em um determinado assunto; • A actualização da informação é feita colaborativamente e torna-se mais fiável com o número de essoas que acede e actualiza; • Com a utilização de tags em quase todos os aplicativos, ocorre um dos primeiros passos para a web semântica e a indexação correcta dos conteúdos disponibilizados.
Este problema envolve uma progressão potenciação, a sua versão, numa rima inglesa infantil datada do século XVIII
A caminho de St. Ives, Encontrei um homem com sete esposas; Cada esposa tinha sete sacos, Cada saco tinha sete gatos, Cada gato tinha sete gatinhos, Gatinhos, gatos, sacos e esposas, Quantos iam a caminho de St. Ives?
St. Ives é uma pequena cidade inglesa perto de Cambridge que deve o seu nome a Santo Ivo, bispo persa que morreu na localidade por volta de 600.
Outros problemas semelhantes:
Um homem tinha sete casas,
Cada casa tinha sete gatos,
Para cada gato havia sete ratos,
Para cada gato havia sete espigas de trigo,
E cada espiga tinha sete medidas de grão.
Quantas coisas ele possuía,
Casas, gatos, ratos espigas e medidas de grão?
Vemos 9 aterros;
cada aterro tem 9 árvores,
cada árvore tem 9 ramos,
cada ramo tem 9 ninhos,
cada ninho tem 9 pássaros,
cada pássaro tem 9 filhotes,
cada filhote tem 9 penas,
cada pena tem 9 cores.
Quantos há de cada?
Há sete velhas mulheres na estrada para Roma;
cada mulher tem sete mulas;
cada mula carrega sete sacos;
cada saco contém sete pães;
e com cada pão estavam sete facas;
e cada faca está colocada em sete bainhas;
quantos há ao todo na estrada para Roma?